Consagra a alma de todos os mundos
Lava a música da terra, forma o tanto do sonho,
por todos os dias que morri
E vem o que vem de dentro
Transe do só ir se aparecer a estreia do vislumbrar
Da teia à lama, todos os espaços viram palco
Aqueles que amam, aqueles que pedem
aqueles que choram, aqueles que mentem
Nos bosques do dedilhar de suas vidas, e começa a refazer os caminhos de amores
"tenho sangrado demais"
Pingos de lágrimas que jogam aquarelas em luzes, que imaginamos partir, mas que pousam
algumas lágrimas se traduzem em cicatrizes, algumas feridas são troféus de determinação
E pousam, brilhantes, seus rios, margens e formas, mas para se recolorir, precisa descolorir
Aprender, todas voltas da vida, e renascer, com fúria, levanta a cabeça e volta pra luta
No dia fora do tempo
E no dia fora do mundo
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