20 de março de 2008

19 de março de 2008

Jornais pedem desculpas aos pais de Madeleine

"Dois jornais britânicos pediram hoje desculpas em suas capas aos pais de Madeleine McCann, a menina que desapareceu no dia 3 de maio de 2007 em Portugal, informou a BBC."

É, pelo menos lá fora, quando jornais acusam pessoas injustamente, eles retratam-se por livre e espontânea vontade. Muito diferente da situação aqui no Brasil... Onde, em nome da liberdade de expressão (muito importante, diga-se), veículos de comunicação literalmete crucificam inocentes em nome do sensacionalismo.


Não adianta ficar irritado

Quem lembra dos donos da Escola Base, que em 1994 foram falsamente acusador de assédio sexual para com alunos, sendo assim destruídos pela imprensa? Durante todo o processo de busca de provas, os meios de comunicação tentaram incessantemente condenar os acusados, mostrando sem descanso o caso ao grande público, apenas para vender mais. Entretanto, no momento que se provou a inocência, o que aconteceu? Apenas uma nota no rodapé da grande imprensa apontando o "equivoco" e só. Nenhum direito de resposta, nem um centésimo do tempo dispensado à acusação foi disponibilizado para a retratação. É assim que agem alguns "jornalistas" nesse pais.

Ainda bem que não são todos. Sequer a maioria. Tenho prazer em saber que contamos com grandes jornalistas, conscientes de seu papel, formando opiniões na sociedade. Em respeito ao trabalho sério desses profissionais, devemos cobrar imparcialidade, justica e um direito de resposta na mesma proporção em que o dano foi causado. Somente assim poderemos ter uma imprensa justa e idônea.

Luiz Mário não é jornalista, não foi acusado injustamente de nada, mas sente indignação profunda quando uma injustiça dessas é cometida.

18 de março de 2008

Rá, que imbecilidade


Sucrilhos com formato de estado americano leiloado nos EUA

Porra, não falta mais nada mesmo. Vou decorar os formatos dos estados americanos, e quando sair um "Ovo frito a lá texas", uma carne parecida com ohio ou até uma badalhoca com o formato da califórnia, venda-las-ei para os americanos.

Ps: Imagina do que seria formado o Brasil não?

17 de março de 2008

Vantagens em ser feio

Sempre tive a humildade de repetir a verdade: Sou feio, pobre e burro, mas como algumas pessoas nesse mundo são cegas, tem gente que gosta. Acabei de descobrir no blog http://lista10.blogspot.com/ (ah não sei bem ainda como coloca o link e tô com preguiça) as 10 vantagens de ser feio. Lá vão:

1. Não somos enganados
Jamais uma viúva negra poderá nos dar o golpe. Nós feios temos um radar. Se alguma menina linda quiser ficar com um de nós e, em seguida, desejar ir para nossa casa, isso significa que algo está errado.

2. Ninguém nos acusa
Nenhuma pessoa irá nos acusar de assédio sexual no trabalho. Isso é certo devido a lógica das circunstâncias.

3. Ninguém duvida de nossas capacidades
As mulheres lindas são acusadas de saírem com os chefes para conseguirem escalar posições. Mas, se um feio “subir” na carreira, ninguém irá duvidar de sua capacidade para tal posto.

4. Livre de extorsão
Muitos homens acabam pobres depois de se envolverem em um relacionamento. Impossível que a mesma situação ocorra com um feio. Ninguém vai querer se “arriscar” tanto.

5. Somos incomparáveis
Não precisamos vencer o fantasma do corpo perfeito, pois ninguém irá se comparar conosco.

6. Amor honesto
Depois de superar a primeira impressão, as brincadeiras e tudo mais, se alguém ficar apaixonado por um feio, pode ter certeza que este é o amor mais honesto de todos.

7. Não esperamos na porta
Não precisamos esperar para entrar em um boliche, por exemplo. Nenhum segurança quer nos ter como companhia, eles logo nos mandam entrar.

8. Somos atendidos rapidamente
Não sofremos com a burocracia estatal ou privada. Tal como vemos no item anterior, as pessoas nos atendem muito rápido.

9. Podemos economizar
Se pararmos de brigar frente ao espelho e atirarmos a balança pela janela, terminamos com a angustia e economizamos uma grana.

10. Salvamos o planeta
Os feios merecem o Prêmio Nobel da Paz. Dizem que aos 11 anos desapareci de casa e fui abduzido. Os extraterrestres me analisaram e disseram: “Se os humanos são assim, melhor pararmos de nos contagiar. Não convém invadir o planeta Terra”. Nós salvamos a humanidade.

15 de março de 2008

Alicate

Alicate em um momento de concentração.

Alicate tinha as pernas tortas, tortinhas de dar dó. Mas era zagueiro. Sempre preferiu o Rivarolla, achava o Gamarra muito metrosexual. Alicate não sorria. Ganhamos muitos jogos graças a aquele abençoado cotovelo.

Pois bem, em meados de 2001, quando comemorávamos num bar mais uma vitória sobre os frescos do Santa Rosa, uma jovem, baixa e de seios grandes deu bola para o nosso amigo. Volta e meia ela olhava, sorria, olhava de novo, bebia e, no final, sempre sorria. Alicate viu, eu vi, todos viram que aquela era a noite do zagueiro.

Alicate nunca se deu bem com as mulheres. Normalmente era o Buricá, nosso meia esquerda, que tinha as melhores chances. No campo nos colocava na cara do gol, fora dele matinha um excelente aproveitamento dentro da área. Naquela noite, até ele se surpreendeu com a sorte do Alicate.

O zagueiro não quis perder a chance. Pensou como um matador e foi em direção a moça. Não houve tempo para cantadas, drinks ou coisas do tipo. A pegou pelo braço e disse: “hoje tu és minha”.

Bastou poucos minutos para os dois saírem em direção a um motel. No bar, festejávamos a vitória do time. No carro, Alicate via que a festa estava apenas começando. No quarto do motel, ela se fez.

A menina, jovem, baixa e de seios grandes, tal como uma onça com dor de dentes, atacou Alicate. Ele, meio assustado, não se fez de lateral direito (laterais direitos são péssimo com mulheres) e foi entrando no ritmo. Rapidamente já se via despido na cama com a nefasta jovem, baixa e peituda.

Enquanto os dois já copulavam, a jovem, baixa e peituda surpreendeu seu amante. Num breve momento de insanidade sexual, disse: “Me xinga!”.

E disse de novo, silabicamente e em caixa alta: “ME XIN-GA!”.

Alicate não sabia o que fazer. Não esperava aquela situação, não tinha ouvido falar de mulheres que gostavam de ser xingadas, não entendia dessas coisas. Ele era um cara tradicional, nem de preliminares gostava.

Quando a jovem, baixa e peituda já perdia a paciência e gritava aos socos “me xinga, me xinga, me xinga”, Alicate, enfim, xingou:

- “Sua gorda!”.

A respiração foi diminuindo, o nheconheco da cama não existia mais e os únicos gemidos eram do filme vagabundo que passava na TV. A jovem, baixa e peituda levantou-se, vestiu-se e, antes de exigir que fosse levada embora, xingou.

- “Seu zagueiro”.

Esse era o problema de Alicate. Ele era zagueiro. Nunca será um, tipo, meia esquerda.

Nunca será.


Post descaradamente copiado de:

  • Jacaré Banguela



  • O retorno do Rei

    Tempo... faz tempo que eu não escrevo nada aqui. Foram férias gigantes preguiçosas merecidas. Mas vou reformular essa porra, deixar o blog mais apetecível para os olhos. Eu sei que ninguém mais vem aqui, portanto apelarei. Vou falar sobre um assunto bem específico, pra alguém procurar no google e parar aqui. Vamos lá:

    Pé-grande jogando futebol de várzea com o bope na favela fidel castro no iraque.