Quem é capaz de ser
o que querem que seja?
quem sabe, sou um pouco.
Não sou preciso
sou apenas franco dentro de minhas (des)virtudes
nem me levo a ser sério
talvez
seja volúvel
talvez impreciso
todo o seu lápis me gasta ao que?
o meu me enche de coragem
sou o que (te, me?) dizem os loucos
sou revolto e me acalmo
sou um ciúme conformado
sou a farra no fim de noite
sou a ressaca do mar
e do vinho
sou o ébrio (rá)
sou a lembrança do dia seguinte (daquela noite)
um sonho perdido, que de acordo, acorda
sou o círculo da chuva longe
ou uma velha tormenta, por perto
sou parte do meu próprio calvário
eu sou tudo
e sou nada
eu sempre serei o que faz
ALGUMA
diferença
eu (de)tenho o caos
eu
sou
ImPulSo
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