Nem tudo que reluz, pode dar certo
as luzes sempre sabem repetir:
"ouro"
quem sabe, acreditar é chegar ao mundo utópico
mas não quero ter que me transformar em quem preciso.
Nem tudo que aconchega, pode ser sábio
as vozes sempre sabem aveludar:
"ouro"
quem sabe, vivenciar é se afogar em ilusão
mas não quero ter que me abandonar em quem preciso.
Nem tudo que é, deve ser, ou muito pelo contrário, deixar de ser
as histórias insistem em explicar:
"ouro, ou a falta de..."
quem soube, lembrar é acrescentar ao pressentimento
Mas preciso mais é me abandonar em quem preciso ser.
Quem sabe, eu mesmo deva saber o que fazer.
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