13 de janeiro de 2013

Somos todos iguais



Males que seguem, tão pequeninos
toda distância, tal alvorada
e te desgastam, pobre coitado
toda distância, toda morada

Sombras que crescem, todas sensatas
Toda presença, tal descompasso
e me desnudam, pobre gentil
todo alcance, todo embaraço

Somente todos os vales merecem verdade
apenas o verdadeiro pano desce crescente
Ali, a luz te leva pra cama, sonho vermelho

Somente todos os tolos sentirão vaidade
apenas o profundo discorre, em nossa  mente
Ali, o machado te corta a cabeça, e mostra ao espelho

Nenhum comentário: