Um poço
uma tela
uma letra
um pincel
E uma alma a ser preenchida, repleta de espaços em sonhos, anseios e esperanças
e o que a vida escreve em nós?
Uma casa
um relógio
um sussurro
uma parede
E um esquecimento a ser trabalhado, vazio de lugares em redes, linhas e lembranças
e o que a falta preenche em nós?
Um beijo
uma praia
uma brisa
um abraço
E horas que passaram em segundos, batidas no peito junto do aperto que pareceu uma eternidade boa
e o que a saudade dedica a nós?
Posto aqui antes de postar em luizpi.blogspot.com Escrever domina. Nas entrelinhas ensandecidas que minha mente abriga, alimento a perene loucura. Livre arbitrariedade, com a qual meus sonhos governam os atos da peça. Aqui é onde pouso a dor para que descanse, e onde deito a alegria para que viva eternamente. Porque essa minha poesia, que tantos nomes tem, vive de morrer de amor.
10 de novembro de 2020
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