As vezes, saímos de algo um tanto profundo
profuso.
E seria como se alguns ciclos depois soasse deslocado o que era exuberante...
Como pude...
(Ter apenas aquilo que achei que merecia?)
E, não é que é assim mesmo?!
As vezes, a saída é algo um pouco fugaz
distinta.
E seria como se alguns contrastes depois tornasse desfocado o que era continuo.
Como pode...
(Ser apenas aquilo que achei que merecia?)
As vezes simplesmente não vai
a estação não passa,
por conformismo ou paixão
por não perceber a janela aberta depois que a porta se fechou
ou por não querer (aceitar?) que ela assim o estivesse...
Mas o resto do mundo está ali, sem culpa.
Então que seja rápido o levante, não se pode perder tempo
Eu mereço mais, e vale a pena,
Pois aceitamos aquilo que estamos preparados para receber.
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