Posto aqui antes de postar em luizpi.blogspot.com
Escrever domina. Nas entrelinhas ensandecidas que minha mente abriga, alimento a perene loucura. Livre arbitrariedade, com a qual meus sonhos governam os atos da peça.
Aqui é onde pouso a dor para que descanse, e onde deito a alegria para que viva eternamente.
Porque essa minha poesia, que tantos nomes tem, vive de morrer de amor.
22 de agosto de 2024
Te sonhei
vestida de beijo e riso
e me tens
E, meu amor, tanto faz
o bem-me-quer anonimo
de só viver na memória
do que não se viveu
No próximo sonho não te deixo ir embora sem ter teu nome
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