4 de novembro de 2021

Quero AR

                  a maciez do que aconteceu agorinha ainda me maltrata:

  Limpo e cristalino, tudo gravado na fita do ontem
                                               prensado no cd da memória
                                             lapidado nos porquês do vinil

Mas, sobre ontem: nalguns bytes de realidade, vinha fôlego. E resolvia. Hoje, cada dia é um engasgo, um prenúncio de um desastre. Foda.

 Então, quero ar. Pauta.

      Quero vontade, porque as vezes me sinto cansado, a ponto de escrever sem cuidado




e não posso

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