E agora, Luiz?
O país acabou
o lugar se lascou
e nem a fé se bota no estado mental
o que era trabalho, é dúvida
o que era certo, é dívida
e no fim de tudo, nem sol ou lua garante a sanidade da alma...
E agora, Luiz?
A cabeça girou
o feijão desandou
e nem o pé se finca na ilusão normal
o que era sabido, é nevoa
o que era ponto, é traço
e no começo, nem chuva ou vento descansa do corpo...
E agora, Luiz? Nem de novo inspiração - só te mudo de lugar e o mesmo não era mesmo assim
Quando pequeno (e algumas vezes adulto) muita gente me chamava de "José Mário", principalmente uma saudosa prima do lado do meu avô.
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