Quando compartilhar é eventual, e tanto faz parece a regra, resta pouco. Tão pouco quanto quase nada além de uma rotina que de repete aparenta até perder o sentido.
Até onde alguma coisa é plano, ou é apenas o tempo empurrado até que se apresente algum outro cenário? A mesma barriga que empurra é a que dói quando o descaso se volta contra o próprio ventre?
Não sei. Porém fica um gosto de tanto faz, nodeliberado excluir de algo importante. Um grão de areia dentro da concha, perolizando e normalizando distância.
Compartilhar não seria ressignificar (pelo menos durante essa janela de tempo) as existências? Não sei até onde se compartilham os termos, ou até onde se deve por a termo a falta de compreensão de alguns pontos, ou de se sentir bem independente do que sentem quaisquer espaços em volta.
Tanto faz, no fim.
Não sei, não sei. Mas no desconforto, existe liberdade.
Sempre tive essa noção romântica de que se deve ter certo cuidado com como se sentem àqueles que compartilhamos uma passagem, paisagem ou temporada. Não por dar razão ou por corroborar com comportamentos e atitudes, mas sim por simplesmente ter cuidado, por deixar claro que "pensei em você" em determinada ação, razão ou circunstância. Porque mesmo sem planejar abertamente até onde se pensa em chegar, o cuidado também é planejamento. Mesmo que não se leve pela mão pela estrada que se trilha, o cuidado é apontar o caminho e dizer "gostaria de compartilhar esse caminho".
Mas cada um tem um conceito próprio de compartilhar, ou do que é importante fazer sobre.
Obviamente, isso é problema meu, única e exclusivamente. O que eu recebo, COMO eu recebo e como (re)agir são problemas meus. Cada um tem sua bússola, e dela que vem a direção que a agulha aponta. Se a agulha vai espetar, paciência.
Mas escolhas são escolhas, e o curioso da escola que fazemos é que em jogos de palavras, momentos e pessoas, cada um pega, leva e cuida do que convém.
E a recíproca sempre acaba sendo verdade: o que foi feito agora que me fere, também me liberta. O cuidado que eu tenho e não recebo, me dá a margem de agir com a mesma falta de cuidado. E no fim, o incômodo se torna cômodo, mesmo que desnecessariamente distante.
É o que é. Cada um faz o seu. Cuida quem quer, compartilha quem tem vontade. Fora isso, palavras escritas pelas paredes da vida são bonitas, porém não são regra. Regra é a ação.
Quanto não somos incluídos, ficamos livres para não incluir. Pode parecer estranho, mas a liberdade tem esse efeito.
Até onde alguma coisa é plano, ou é apenas o tempo empurrado até que se apresente algum outro cenário? A mesma barriga que empurra é a que dói quando o descaso se volta contra o próprio ventre?
Não sei. Porém fica um gosto de tanto faz, no
Compartilhar não seria ressignificar (pelo menos durante essa janela de tempo) as existências? Não sei até onde se compartilham os termos, ou até onde se deve por a termo a falta de compreensão de alguns pontos, ou de se sentir bem independente do que sentem quaisquer espaços em volta.
Tanto faz, no fim.
Não sei, não sei. Mas no desconforto, existe liberdade.
Sempre tive essa noção romântica de que se deve ter certo cuidado com como se sentem àqueles que compartilhamos uma passagem, paisagem ou temporada. Não por dar razão ou por corroborar com comportamentos e atitudes, mas sim por simplesmente ter cuidado, por deixar claro que "pensei em você" em determinada ação, razão ou circunstância. Porque mesmo sem planejar abertamente até onde se pensa em chegar, o cuidado também é planejamento. Mesmo que não se leve pela mão pela estrada que se trilha, o cuidado é apontar o caminho e dizer "gostaria de compartilhar esse caminho".
Mas cada um tem um conceito próprio de compartilhar, ou do que é importante fazer sobre.
Obviamente, isso é problema meu, única e exclusivamente. O que eu recebo, COMO eu recebo e como (re)agir são problemas meus. Cada um tem sua bússola, e dela que vem a direção que a agulha aponta. Se a agulha vai espetar, paciência.
Mas escolhas são escolhas, e o curioso da escola que fazemos é que em jogos de palavras, momentos e pessoas, cada um pega, leva e cuida do que convém.
E a recíproca sempre acaba sendo verdade: o que foi feito agora que me fere, também me liberta. O cuidado que eu tenho e não recebo, me dá a margem de agir com a mesma falta de cuidado. E no fim, o incômodo se torna cômodo, mesmo que desnecessariamente distante.
É o que é. Cada um faz o seu. Cuida quem quer, compartilha quem tem vontade. Fora isso, palavras escritas pelas paredes da vida são bonitas, porém não são regra. Regra é a ação.
Quanto não somos incluídos, ficamos livres para não incluir. Pode parecer estranho, mas a liberdade tem esse efeito.
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