Havia tempo, mas não te ouvi
Apenas o espaço ficou
Impedido, abandonado de afeto
Somente as pontuais lembranças se manifestaram
Quase todas forma de perceber o mundo se estranham, e
Urge em mim aquela impaciência em saber lidar, saber o ponto
Eu sou fraco, respiro fundo. E repito o mantra que me impele a me lançar
Reconheço em (quase) todas as falhas. Quase.
Onisciente defeito. Onde gira o mundo e escolhem apenas os amores sinceros
Terreno fértil é onde o escrutínio das penas mais dolorosas se tornam motivos
Esperanças. E tudo pode ser melhor, mais simples, mais firme
Tamanho espaço não pode ser simplesmente esvaziado daquelas
Emoções, tão abstratas e sempre ao mesmo tempo certeiras.
Relembro cada passo, cada perfume e cada gemido bom
Em cada espaço dentro do meu domínio
Verdade seja dita
Outros carnavais passaram, e o melhor dia foi aquele
Um dia, contigo.
e, se tu, é - apontada a flecha - te quero
só pra mim... só pra mim
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