Posto aqui antes de postar em luizpi.blogspot.com
Escrever domina. Nas entrelinhas ensandecidas que minha mente abriga, alimento a perene loucura. Livre arbitrariedade, com a qual meus sonhos governam os atos da peça.
Aqui é onde pouso a dor para que descanse, e onde deito a alegria para que viva eternamente.
Porque essa minha poesia, que tantos nomes tem, vive de morrer de amor.
19 de março de 2018
Antes os poemas eram riscos deitados no papel
curvas em pressão contínua, como o sangue correndo na veia
Hoje são luzes apagadas numa tela
pixels no aperto rápido, como um impulso gritando na sinapse
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