Tão constante quanto o próprio sol
pode, desajeitado, ferir o papel.
Nele, o poeta desenha, tem posse.
Fita-lhe então o rosto
aquela delicada flor
então, surpreso por tal atenção
confiante arranha a tinta, e saboreia a promessa:
Teria a flor coragem de entregar seu futuro?
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