Posto aqui antes de postar em luizpi.blogspot.com Escrever domina. Nas entrelinhas ensandecidas que minha mente abriga, alimento a perene loucura. Livre arbitrariedade, com a qual meus sonhos governam os atos da peça. Aqui é onde pouso a dor para que descanse, e onde deito a alegria para que viva eternamente. Porque essa minha poesia, que tantos nomes tem, vive de morrer de amor.
20 de dezembro de 2012
Sobre o amor
Que mania de buscar, em qualquer ponto
um bar, um link, uma parada qualquer.
Esconda-se, eu te encontro, bendita homeopatia
Curas o enfermo, apenas com tua vontade extrema.
Mas, pena
vens só quando o sonho é leve, e a vontade já perdeu sua intensidade
sempre tardia, sempre bem vinda.
Esconda-te, eu te encontro, distante promissora
Anuncia a alvorada, apenas com tua promessa franca.
Mas, pena
Vens só quando o coração já virou ouro, frio e duro.
De bom grado, te entrego a jóia d'alma, mas deves ter o cuidado
de destruir os muros que a cercam.
Que mania de buscar, em qualquer porto
um ar, um link, aquela anônima qualquer.
Esconda-se, que eu te encontro.
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