14 de outubro de 2012

Saudade, ah doce momento que foge
apenas para que minha lembrança me engane
Capaz assim, de reapresetar um capítulo (não autorizado)... Tenso
É grave o centro,e apertada fica a tal angústia que dá o nó.
Não sai da cabeça. Raro isso.
Acho engraçado, saber o que quer mas hipotéticamente procurar outra coisa, e de repente cansar-se de procurar aquilo que não queria.

Intuição, no mínimo... Mas nenhum louco faz sentido até que seus sonhos se realizem.
foda-se a vergonha, se vão faltar apenas alguns minutos.
Foda-se o interesse, exclamação final... o recado fica no olhar daqueles que te mostram os dentes
e se a tristeza lhe der a mão, vai sem pressa, pois teu coração é maior do que emprestas...

Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente mas, geralmente, não podia.
Então assumimos a razão, a casa do desejo é a vontade. Ninguém liga pro perigo...
Amor é quando a paixão não tem
exagero...
Um dilúvio,
desproposital necessidade descontrolada
um desapego?
Talvez
só porque não tem sentido, talvez porque não tenha explicação,
Esse negócio de amor, não sei explicar


Poesia de Luiz Mário de Freitas e Wanessa Pacheco

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