4 de agosto de 2010

Entrega

Eu

Tenho a sorte do poema
que encanta
mas se alimenta
da falta de alento

Eu

Sofro do mal do mesmo
que expressa
de maneira timida
sempre sem gritar

Eu

Vivo a noite do poeta
que entrega
todos os mistérios da madrugada

Porém, sem jamais me deixar

tocar as estrelas

Um comentário:

Fábio "Harzard" disse...

Essa letra se fez uma musica muito boa... só que difícil de cantar e tocar.

Issaaa