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Escrever domina. Nas entrelinhas ensandecidas que minha mente abriga, alimento a perene loucura. Livre arbitrariedade, com a qual meus sonhos governam os atos da peça.
Aqui é onde pouso a dor para que descanse, e onde deito a alegria para que viva eternamente.
Porque essa minha poesia, que tantos nomes tem, vive de morrer de amor.
12 de março de 2010
Nunca é o que você diz. Somos tão indecifráveis...
Todas as palavras atiradas ao prazer, disfarçadamente
Um comentário:
Nossa...
curto e absoluto!
Beijos
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