Posto aqui antes de postar em luizpi.blogspot.com
Escrever domina. Nas entrelinhas ensandecidas que minha mente abriga, alimento a perene loucura. Livre arbitrariedade, com a qual meus sonhos governam os atos da peça.
Aqui é onde pouso a dor para que descanse, e onde deito a alegria para que viva eternamente.
Porque essa minha poesia, que tantos nomes tem, vive de morrer de amor.
Nem me importa o tal Diego, que graciosamente (rá) eleva o nome do Brasil internacionalmete. Olha lá o GARRÃO que a outra loira tá levando. A coitada nem teve como reagir.
Nenhum comentário:
Postar um comentário