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Escrever domina. Nas entrelinhas ensandecidas que minha mente abriga, alimento a perene loucura. Livre arbitrariedade, com a qual meus sonhos governam os atos da peça.
Aqui é onde pouso a dor para que descanse, e onde deito a alegria para que viva eternamente.
Porque essa minha poesia, que tantos nomes tem, vive de morrer de amor.
6 de junho de 2006
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Tanto faz o café está na mesa a tarde é graciosa
Tanto faz o cigarro se faz em brisa as arestas apontadas
2 comentários:
lindo lindo lindo...
aaah fui eu ali em cima ta...adorei a poesia
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