19 de julho de 2011

Olhares

E quais serão os olhares, quando aplicados à princípios?
Pequenos versos rabiscados nos espelhos dos lençois.
Tenho toque, serão meus olhos mesmo no escuro, calada na noite.
Intrínsecos serão os sentidos, ocultos, assim que clareia o dia;

Deixe-me estar, enquanto a suave sensação de você se faz presente

Meu presente

As vezes ausente, suaves momentos

constante, e no encontro, somente...

Enfim, quais serão os melhores?

Olhares?

Versos? Lençois?

Ou então rabiscos de uma madrugada que contra a vontade,

Chegou ao seu final...


Uma poesia de Luiz Mário de Freitas e Fábio Hazard (Casos e Acasos)

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